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Urbanismo, Arquitectura e Fiscalização

Vocação Técnica > Urbanismo, Arquitectura e Fiscalização

Projetamos espaços que respondem às condições reais de vida das comunidades moçambicanas. Da escala do bairro ao edifício público — com rigor construtivo, resiliência climática e qualidade de vida no centro de cada decisão.

Soluções que constroem cidades mais resilientes

Concepção e acompanhamento de projectos urbanísticos e arquitectónicos, fiscalização de obras e prestação de assistência técnica especializada, assegurando qualidade, funcionalidade, conformidade normativa e elevado padrão de execução em cada intervenção.

 

Todos os projectos integram princípios de sustentabilidade ambiental, resiliência climática e desenvolvimento inclusivo das comunidades locais.

Do projeto à obra: entregue!

Cada intervenção é uma resposta a condições concretas de vida. Trabalhamos sempre a partir da realidade do território — os seus recursos, as suas vulnerabilidades, as suas comunidades.

Projectos de arquitectura privada e pública;
Fiscalização e gestão de obras privadas e públicas;
Reassentamento e Desenvolvimento Social;
Assistência técnica em processos de reassentamento;
Planos de Acção de Reassentamento (PAR);
Envolvimento comunitário e consulta pública;
Avaliações de impacto social;
Mecanismos de gestão de queixas.

Plano de Melhoria Urbana
Macurungo-Miquejo

Uma das intervenções de melhoria urbana mais complexas e impactantes da VT — 47.000+ habitantes, inundações recorrentes e insegurança fundiária como ponto de partida.

 

 

O Desafio

Quando o crescimento urbano supera a infraestrutura

O bairro de Macurungo-Miquejo, na Cidade da Beira, concentra mais de 47.000 habitantes numa das zonas mais vulneráveis da cidade — com inundações cíclicas, habitações precárias, défice grave de infraestrutura e insegurança fundiária generalizada.

O desafio não era apenas técnico: era social. Era necessário desenhar soluções que fossem implementáveis com os recursos locais, aceites pelas comunidades e sustentáveis a longo prazo — sem deslocar pessoas, mas melhorando as suas condições de vida.

A resposta da VT foi um plano integrado com vias alternativas de evacuação, sistemas de retenção de águas pluviais, agricultura urbana em espaços vazios, um centro comunitário e um parque infantil — capitalizando as potencialidades locais para construir resiliência.